O flashmob pegou moda e anda aí à solta. No caso de Braga, o pessoal está a aderir a uma coisa diferente, mas que não se diferencia muito do flashmob... É o chamado slowbob.Inicialmente a organização era para criar um flashmob, pois chegou à conclusão que seria necessário as pessoas saírem da frente dos computadores e descontrairem depois de um dia de trabalho. Foi então, desta forma, que surgiu a ideia do flashmob, para proporcionar assim que as pessoas se juntassem todas, bebessem um copo e desta forma descontraíssem. No entanto, nesse encontro o que aconteceu foi que as pessoas chegaram muito tarde e foram embora muito tarde, passando assim o nome de flashmob para slowmob. Segundo um dos membros da organização, Tiago Sequeira, este é um nome que não existe e é um conceito que começou com uma brincadeira, mas nesta altura o “nosso objectivo é que seja uma forma de dinamizar alguns pontos da cidade”, estando mesmo a circular pela Internet uma petição para perguntar às pessoas onde é que querem que seja a próxima slowmob.
O propósito desta iniciativa inovadora é levar as pessoas a conhecerem alguns espaços novos, a reunirem-se ao final do dia, e a não irem directos do trabalho para casa, à imagem do que já acontece noutros países como Inglaterra e Espanha. “Actualmente, e ao contrário de há um tempo atrás, cá em Braga, já somos só um grupo a criar as slowmobs, pois não fazia sentido mais do que um grupo a criar a mesma coisa. Neste momento temos um grupo no Facebook, que conta já com quinhentas pessoas”, conta Tiago Sequeira. Nas slowmobs têm participado alguns adeptos desta iniciativa e o número de participantes tem vindo a crescer. Na primeira slowmob “apareceram à volta de cem pessoas, e na segunda já vieram bem mais, cerca de duzentas, e a ideia é que isto cresça” revela Tiago Sequeira. Estes amantes da slowmob já têm um objectivo, juntar mil pessoas numa das próximas edições, pois já têm quem os motive, caso consigam juntar as mil pessoas, podem contar com uma empresa que se disponibiliza para lhes oferecer o site.
As pessoas que aderem às slowmobs são pessoas entre os trinta e os trinta e cinco, mas é normal que se comece a alastrar por outras faixas etárias, revela Tiago Sequeira.
Daniel Vieira da Silva
















































































































































































Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

