Não há nada que marque a origem do Dia Internacional da Mulher, mas a verdade é que em Portugal desde 1975 se celebra o dia Internacional da Mulher.Os jornais mediatizam o dia, contando por um lado, histórias da emancipação e da igualdade de direitos das mulheres e prestigiando as suas protagonistas, por outro, enumerando os imensos números de ataques aos direitos da mulher.
Se para os jornais e para a maioria das pessoas, este é apenas um assunto passageiro ao qual não darão muita importância, para a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) Braga este é um tema que não deve cair no esquecimento.
Como forma de comemorar o seu primeiro aniversário, a UMAR Braga começou por organizar, no passado sábado, uma tertúlia submetida ao tema “As (R)evoluções do Dia Internacional da Mulher”, que contou com a presença de Carla Cerqueira, doutoranda em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho e Pedro Pinto, investigador da Universidade do Minho em Psicologia Social na área de Estudos de Género e Teorias do Corpo.
“Há um ano atrás estávamos mesmo a começar e não tínhamos quase ninguém. Este ano não fomos nós que contactámos a Velha-a-Branca, mas sim eles que nos perguntaram se queríamos realizar a tertúlia lá”, clarifica Carla Cerqueira, uma das voluntárias da UMAR Braga, mostrando que a associação já conseguiu ganhar credibilidade no meio da comunidade.
No domingo, 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, a UMAR convidou todos os bracarenses a juntarem-se à sua causa na acção de rua “Feministiza-te”. “A acção decorreu durante toda a tarde. Levávamos uns cartazes que continham, de um lado aspectos positivos, como os que alcançámos este ano, e do outro os negativos e o que ainda há para fazer”, explica Carla Cerqueira.
O balanço da actividade foi positivo, pois, tal como a própria afirma, o que pretendiam com a acção de rua era que “as pessoas parassem e vissem que o dia da mulher é muito mais do que se faz por aí”. Continua, dizendo “conseguimos mobilizar homens e mulheres que simpatizam com a nossa causa. “As pessoas passavam e questionavam, pois queriam saber mais informações”, acrescentou a voluntária da UMAR Braga.
Como homenagem às mulheres que morreram assassinadas em 2008, vítimas de violência doméstica, foram ainda colocadas 43 bandeiras no jardim da Avenida Central.
Está ainda a decorrer, até ao dia 14 de Março, o concurso de fotografia “Onde estão os feminismos?”. A inscrição é gratuita e o prémio será atribuído na Festa Feminista que decorrerá no próximo dia 28 de Março o Insólito Bar.
* Por lapso, na edição impressa atribuímos à campanha o titulo "Feminiza-te". Aos visados as nossas desculpas.
Se para os jornais e para a maioria das pessoas, este é apenas um assunto passageiro ao qual não darão muita importância, para a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) Braga este é um tema que não deve cair no esquecimento.
Como forma de comemorar o seu primeiro aniversário, a UMAR Braga começou por organizar, no passado sábado, uma tertúlia submetida ao tema “As (R)evoluções do Dia Internacional da Mulher”, que contou com a presença de Carla Cerqueira, doutoranda em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho e Pedro Pinto, investigador da Universidade do Minho em Psicologia Social na área de Estudos de Género e Teorias do Corpo.
“Há um ano atrás estávamos mesmo a começar e não tínhamos quase ninguém. Este ano não fomos nós que contactámos a Velha-a-Branca, mas sim eles que nos perguntaram se queríamos realizar a tertúlia lá”, clarifica Carla Cerqueira, uma das voluntárias da UMAR Braga, mostrando que a associação já conseguiu ganhar credibilidade no meio da comunidade.
No domingo, 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, a UMAR convidou todos os bracarenses a juntarem-se à sua causa na acção de rua “Feministiza-te”. “A acção decorreu durante toda a tarde. Levávamos uns cartazes que continham, de um lado aspectos positivos, como os que alcançámos este ano, e do outro os negativos e o que ainda há para fazer”, explica Carla Cerqueira.
O balanço da actividade foi positivo, pois, tal como a própria afirma, o que pretendiam com a acção de rua era que “as pessoas parassem e vissem que o dia da mulher é muito mais do que se faz por aí”. Continua, dizendo “conseguimos mobilizar homens e mulheres que simpatizam com a nossa causa. “As pessoas passavam e questionavam, pois queriam saber mais informações”, acrescentou a voluntária da UMAR Braga.
Como homenagem às mulheres que morreram assassinadas em 2008, vítimas de violência doméstica, foram ainda colocadas 43 bandeiras no jardim da Avenida Central.
Está ainda a decorrer, até ao dia 14 de Março, o concurso de fotografia “Onde estão os feminismos?”. A inscrição é gratuita e o prémio será atribuído na Festa Feminista que decorrerá no próximo dia 28 de Março o Insólito Bar.
* Por lapso, na edição impressa atribuímos à campanha o titulo "Feminiza-te". Aos visados as nossas desculpas.
Sandra Fernandes


























































































































































































































































































































Ana Gabriela Macedo é a nova presidente do Conselho Cultural da Universidade do Minho. Este é um órgão de consulta do reitor e do conselho geral em questões de política cultural da Universidade. Ana Gabriela Macedo é docente e investigadora do Instituto de Letras e Ciências Humanas e tomou posse do Conselho no passado dia 7 de Maio. Em entrevista ao ACADÉMICO e à RUM, onde contou com a presença de Henrique Barreto Nunes, vice-presidente do órgão, a presidente do Conselho Cultural fala dos projectos que tem para dinamizar a cultura entre a universidade e a comunidade. Cooperação com Guimarães Capital da Cultura 2012 pode ser uma realidade. Ana Macedo fala também das dificuldades por que passa o Conselho Cultural e da responsabilidade de ocupar um lugar anteriormente ocupado por Lúcio Craveiro da Silva.

