Vais a conduzir numa noite de tempestade. Passas por uma paragem de autocarro e vês três pessoas que esperam pelo autocarro:
1. Uma senhora idosa com aspecto de quem irá morrer dentro de minutos.
2. Um velho amigo que uma vez te salvou a vida.
3. A mulher ou homem dos teus sonhos.
A quem davas boleia, sabendo que apenas pode ir um passageiro no carro? (além do condutor, claro).
Díficil escolher não?
Decide-te!
A tomada de decisão é o processo pelo qual são escolhidas algumas ou apenas uma entre muitas alteranativas para as acções serem realizadas, tendo em conta as consequências dessa mesma acção (Almeida, 2006).
Então, como podes fazer escolhas?
De acordo com Chiavenato (1997), o teu processo de decisão é influenciado pelas tuas características individuais, pelas circunstâncias em que te encontras e pela maneira como compreendes a situação. Podes tomar uma decisão, pensando no teu “problema” ao longo de sete etapas: (1). percepcionas a situação que abrange o problema; (2). diagnosticas e defines o problema; (3). defines os teus objectivos; (4). pensas e procuras alternativas para resolveres o teu problema; (5). escolhes a alternativa mais apropriada de acordo com os teus objectivos; (6). avalias e comparas essas alternativas; (7). seleccionas a alternativa mais conveniente e aplicas.
Contudo, pode ser que as etapas não sejam seguidas à risca quando somos pressionados a tomar uma decisão rápida e imediata.
Estas etapas sugerem que as nossas decisões são tomadas de forma racional, no entanto na maioria das vezes escolhemos com base na nossa experiência anterior e sistema de valores.
Por exemplo, se fores almoçar a um restaurante e não ficares satisfeito(a) com a forma como a comida foi servida, de certeza que não voltas lá. Baseaste a tua decisão na experiência que tiveste, o mesmo se fores a um cabeleireiro e não ficares satisfeito(a) com o corte. Ao decidires não voltares lá, fazes uma escolha imediata. Assim, optamos sempre pela alternativa que nos parece mais razoável, de acordo com o nosso quadro de referências.
Mas não te esqueças… Mesmo quando escolhes não decidir, já tomaste uma decisão!



























Adriana Carvalho é a responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais da Universidade do Minho e falou ao ACADÉMICO acerca dos processos de mobilidade académica. O GRI pretende ser uma estrutura de coordenação de acompanhamento e de apoio a todas as iniciativas de internacionalização do ensino. A responsável falou das funções desempenhadas por este Gabinete, da sua importância para os alunos Erasmus e das dificuldades económicas sentidas ao nível da prestação de serviços.

