Para já, não se pode dizer que haja um acordo entre os dois gigantes para a compra do Twitter – apenas houve “conversações preliminares” nos últimos meses entre responsáveis do Facebook e da Google. A novidade é a valorização tão grande em que se traduziria o negócio, quando há dois meses a rede estava avaliada em 3,7 mil milhões de dólares, depois de encaixar 200 milhões de dólares. E também pelo facto de – escreve o mesmo jornal – a rede que nasceu em 2006 ter tido uma receita de apenas 45 milhões de dólares no ano passado.. Mas já no passado tanto a Google como o Facebook discutiram a compra da rede popularizada pelos 140 caracteres. Só que, desde então, nada foi concretizado. O que ficou latente foi esse interesse, agora de novo colocado em cima da mesa numa altura em que a agitação em torno de aquisições e entradas em bolsa de redes sociais tem sido grande nos últimos meses. À parte da avaliação anunciada, a administração do Twitter está apostada em construir uma grande empresa independente, continua o Wall Street Journal, a quem fontes próximas da empresa disseram acreditar num crescimento – sem apontar calendário – de cerca de cem mil milhões de dólares. Por agora, o Twitter centra-se em potenciar os 175 milhões de usuários (até Setembro passado) num negócio rentável. E um dos primeiros passos foi a introdução de publicidade no ano passado. Neste momento, a rede tem a trabalhar consigo para cima de 350 profissionais, mais 250 do que os que há um ano estavam nos quadros da empresa.
Público

Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

