Nos dias 14,15 e 16 de Abril ocorrerá a XXI edição do FITU Bracara Augusta. As festividades terão lugar no Theatro Circo da cidade de Braga. Em entrevista com Nuno Lima, o ACADÉMICO foi em busca dos pormenores deste festival.21 anos de FITU. Que grandes momentos guardam e recordam?
No FITU Bracara Augusta sempre se procurou aliar um bom espectáculo musical a uma espécie de romantismo que se vive com a presença das tunas pela cidade a tocar e a alegrar as ruas. Daí que os melhores momentos compreendam não só actuações de algumas das melhores tunas que por cá passaram, mas também essa alegria vivida nos dias de festival. Neste sentido, as amizades e os conhecimentos que se travam com elementos de outras tunas são das coisas que mais nos marcam, principalmente quando se trata de um festival internacional como o nosso.
Quais as tunas a concurso este ano?
Este ano, o FITU conta com a presença da Tuna Universitária de Aveiro, a anTUNiA – Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a Tuna da Universidade Católica Portuguesa – Porto, a Transmontuna – Tuna Universitária de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Copituna d’Oppidana – Tuna Académica da Guarda, a Tuna de Derecho de Oviedo (Espanha), a Tuna de la Universidad Rey Juan Carlos (Madrid, Espanha) e a Tuna de Derecho de la Universidad de la Laguna (Tenerife, Espanha). Teremos ainda a participação da Azeituna e a participação especial da Camerata Bracarense. O espectáculo será apresentado pelos Jogralhos.
O porquê da escolha destas tunas ?
Todas as tunas participantes ostentam uma elevada qualidade musical, bem como uma alegria e irreverência bem vincadas. É precisamente isto que queremos trazer ao festival e este leque de tunas está sem dúvida à altura do que procuramos.
O que marca a diferença deste FITU para os de anos anteriores?
Nesta edição pode-se destacar a participação da Camerata Bracarense, que executará algumas músicas em conjunto com a Tuna Universitária do Minho, no Sábado, 16 de Abril. Além disso, o que o FITU traz de novo de ano para ano passa fortemente pelas surpresas com que cada tuna participante brinda o público a cada edição.
Quais as expectativas para este FITU?
As expectativas para esta edição são, à semelhança de anos anteriores, aproximar a academia minhota e a Tuna Universitária do Minho da cidade de Braga, através do contacto com tudo aquilo que as tunas têm para oferecer. Como tal, desde já lanço o convite a toda a comunidade académica para que venha assistir às diversas actividades do festival, nos dias 14, 15 e 16.
Voltar ao Theatro Circo foi o salto qualitativo que vocês esperavam aquando do regresso a esta sala?
Sim, sem dúvida! O Theatro Circo é, indubitavelmente, uma das melhores salas do país a todos os níveis. Uma sala de espectáculos como esta fazia falta não só às tunas, mas também à cidade e à comunidade artística.
A ligação à cidade é uma das vertentes onde focam bastante a linha de acção?
Com o FITU procuramos isso mesmo: aproximar o trabalho da ARCUM e da TUM das pessoas de Braga, ou seja, dar a conhecer o valor daquilo que fazemos, não só ao nível de presentear o público com um bom espectáculo, mas também dar a conhecer a música e a cultura dos estudantes.
O que marca a diferença da TUM para outras tunas?
No dia-a-dia, e enquanto grupo musical, procuramos cumprir com este tipo de expectativas. Contudo, enquanto jovens e estudantes acabamos por revelar uma irreverência que nos é muito característica e que nos distingue entre as melhores tunas do país.
A amizade e o companheirismo que existe no grupo são sem dúvida um dos nossos pontos mais fortes.
Quem se quiser juntar à TUM o que tem de fazer?
Quem se quiser juntar a nós apenas tem de aparecer num dos nossos ensaios, que têm lugar todas as terças e quintas-feiras, no Bar Académico (BA).
Quantas actuações tem a TUM por ano?
Todos os anos temos um elevado número de actuações, que compreendem a participação em festivais de tunas por todo o país e no estrangeiro. Além disso, há actuações nas mais diversas actividades relacionadas com a Universidade do Minho, e ainda a participação em eventos exteriores ao mundo académico. É difícil avançar um número, portanto digamos que são muitas!
Como se pode adjectivar a Tuna Universitária do Minho?
Penso que o nosso melhor (e maior) adjectivo é bem visível em todas as actividades envolvidas no FITU Bracara Augusta, por isso a melhor forma de nos conhecerem é aparecerem por lá!
































































































Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

