
Manso Preto ficou conhecido pelos portugueses como o primeiro jornalista a ser condenado a prisão, em 2002, por se ter recusado a revelar o nome de uma fonte confidencial. Acabaria por ser absolvido, alguns anos depois, mas garante que, desse tempo, ficaram marcas.
Anos depois, José Luís Manso Preto veio, pela primeira vez, à Universidade do Minho (UM) a convite do Grupo dos Alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho (GACCUM) para ser orador nas XIII Jornadas de Ciências da Comunicação. O jornalista integrou o painel em que se debateu a censura no jornalismo e que contou, também, com a presença do Presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, com os jornalistas Raquel Madureira e Samuel Silva, e com o docente e investigador da Universidade do Minho, Joaquim Fidalgo.