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Ana Gabriela Macedo em entrevista

Ana Gabriela Macedo é a nova presidente do Conselho Cultural da Universidade do Minho. Este é um órgão de consulta do reitor e do conselho geral em questões de política cultural da Universidade. Ana Gabriela Macedo é docente e investigadora do Instituto de Letras e Ciências Humanas e tomou posse do Conselho no passado dia 7 de Maio. Em entrevista ao ACADÉMICO e à RUM, onde contou com a presença de Henrique Barreto Nunes, vice-presidente do órgão, a presidente do Conselho Cultural fala dos projectos que tem para dinamizar a cultura entre a universidade e a comunidade. Cooperação com Guimarães Capital da Cultura 2012 pode ser uma realidade. Ana Macedo fala também das dificuldades por que passa o Conselho Cultural e da responsabilidade de ocupar um lugar anteriormente ocupado por Lúcio Craveiro da Silva.
 

“Não viver apenas da música é uma opção nossa”


São uma das bandas mais duradouras do rock puro e duro feito dentro do rectângulo mais ocidental da Europa – e à beira mar plantado. Os anos 80 foram deles, Braga ficou no mapa graças a eles, o rock duro e visceral conheceu neles os maiores embaixadores e persistiu um culto à volta do seu vocalista, Adolfo Luxúria Canibal. Hoje, em pleno século XXI, com o ano de 2010 a correr a bom ritmo, os Mão Morta já não se deixam levar pelos desvarios de outrora e têm uma atitude mais calma perante a vida. Com novo disco, o mote parfeito para uma conversa com Adolfo Luxúria Canibal. Há um “Pesadelo em Peluche” pronto a atacar. Está nas lojas desde meados de Abril.
 

Sean Riley & The Slowriders no PEB: Casa Meia Cheia, Missão Bem Cumprida


Para um enorme auditório a metade da lotação, passaram por temas do disco de estreia “Farewell” e encantaram com o novo “Only Time Will Tell”...
... Mais de uma hora de saudável partilha entre a banda de Coimbra e o diversificado público da Feira do Livro que soube acolher o estilo blues, country e folk que voou do Mississipi e aterrou por terras lusas.
Para nós, Afonso Rodrigues despiu a pele de Sean Riley e respondeu a algumas questões... o baixista Bruno Simões deu também uma ajuda:
 

“Liberdade de Imprensa é a capacidade que temos de resistir e escrever aquilo que alguns têm medo que se saiba”

Manso Preto ficou conhecido pelos portugueses como o primeiro jornalista a ser condenado a prisão, em 2002, por se ter recusado a revelar o nome de uma fonte confidencial. Acabaria por ser absolvido, alguns anos depois, mas garante que, desse tempo, ficaram marcas.
Anos depois, José Luís Manso Preto veio, pela primeira vez, à Universidade do Minho (UM) a convite do Grupo dos Alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho (GACCUM) para ser orador nas XIII Jornadas de Ciências da Comunicação. O jornalista integrou o painel em que se debateu a censura no jornalismo e que contou, também, com a presença do Presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, com os jornalistas Raquel Madureira e Samuel Silva, e com o docente e investigador da Universidade do Minho, Joaquim Fidalgo.
 

“Isto é um projecto de inclusão, não pode ser limitado só a alguns”

A criação de um código para daltónicos surgiu da ligação entre a comunicação e o vestuário. Mas para Miguel Neiva este código é transversal, sendo fundamental em três áreas: material didáctico, saúde e transportes. A sua principal preocupação foi criar um código que ajudasse a inclusão dos daltónicos na sociedade, sem que sentissem o seu problema como uma deficiência. Licenciado em Designer, Miguel Neiva confessa que o projecto lhe rouba muito tempo, mas admite sentir-se grato pelo reconhecimento do seu trabalho. O projecto foi já aceite pela comunidade científica, mas para o designer tem ainda muito caminho pela frente.
 

Entrevista ao eleito Provedor do Estudante

António Paisana admite que o seu percurso académico e profissional sempre esteve muito ligado à defesa dos interesses dos estudantes. O primeiro Provedor do Estudante da Universidade do Minho reconhece que este será um cargo complicado, dado que se trata de algo de novo no meio académico. Mas, está disposto a ganhar a confiança dos estudantes e a contribuir para um melhor funcionamento da Universidade. António Paisana admite ainda que o facto de ser professor poderá ajudar no cumprimento das suas funções. Tendo já vivido noutros países, como Moçambique e Inglaterra, é em Portugal que se sente melhor e é junto dos estudantes que se sente realizado.
 

Luís Braga da Cruz em entrevista

Aos 68 anos, Luís Braga da Cruz já experimentou um pouco de tudo na vida. Nascido em Coimbra no seio de uma família ligada à causa pública, Braga da Cruz licenciou-se em Engenharia Civil no Porto. Durante a sua vida profissional esteve ligado às energias renováveis e ao planeamento e desenvolvimento territorial. Da sua biografia constam ainda um rol de condecorações e louvores, pode-se destacar o facto de ser professor convidado da Faculdade de Engenharia do Porto, foi deputado do Partido Socialista, ministro da Economia do governo de António Guterres, liderou por 14 anos a actual Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). Actualmente, além de ser Presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho, foi recentemente nomeado presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves.
Nesta entrevista ao ACADÉMICO e à RUM, Braga da Cruz falou da aproximação de Serralves ao Minho e da divulgação da arte contemporânea feita por esta instituição. Referiu ainda o que considera ser o sub-investimento a que está condenada a região Norte. A regionalização foi um dos caminhos apontados para ultrapassar a falta de financiamento do Norte. Braga da Cruz abordou ainda as questões do financiamento do Ensino Superior e do recém-criado cargo de Provedor do Estudante.
 

“A cultura da internacionalização deveria ser interiorizada por toda a comunidade académica”

Adriana Carvalho é a responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais da Universidade do Minho e falou ao ACADÉMICO acerca dos processos de mobilidade académica. O GRI pretende ser uma estrutura de coordenação de acompanhamento e de apoio a todas as iniciativas de internacionalização do ensino. A responsável falou das funções desempenhadas por este Gabinete, da sua importância para os alunos Erasmus e das dificuldades económicas sentidas ao nível da prestação de serviços.  
Relativamente aos cerca de 500 alunos que chegaram este ano à Universidade do Minho, Adriana Carvalho refere que o principal papel do GRI é facilitar a integração desses alunos. Quanto aos cerca de 350 alunos que saíram este ano da UM, cabe ao GRI acompanhar e coordenar o processo das candidaturas.
 
 
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