Os alunos do primeiro ano do Pólo de Chaves, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), queixam-se de estarem a ser vítimas de abusos na praxe. Alegando praxes constantes e ameaças várias dos seus doutores caso a estas se recusem, os caloiros queixosos argumentam: “primeiro foi a semana de recepção ao caloiro, depois veio o julgamento e o baptismo, momento a partir do qual as praxes deixaram de ser todos os dias e passaram a ser apenas à quarta-feira. Houve mais uma semana de praxe antes do semestre acabar e agora decorre a semana do regresso”.

Os estudantes do ensino superior querem ver alterado o estatuto de «Trabalhador Estudante», a suspensão imediata do regime de prescrições nas universidades e o reforçado do Financiamento do Ensino Superior e Acção Social. Estas são as principais conclusões saídas do sexto Encontro Nacional de Dirigentes Associativos - ENDA - que terminou esta madrugada na Universidade do Minho.
De entre todo um leque de ofertas pelas diferentes universidades do país, o “top 30” dos cursos mais populares tiveram 12 mil candidatos, cerca de um quinto do total de inscritos para o ensino superior. Porém, apenas 5600 conseguiram atingir o objectivo de entrar nos cursos ou mestrados desejados.
A Associação Académica de Coimbra (AAC) foi a votos, nos passados dias 26 e 27 de Novembro, para eleger os seus órgãos de gestão (Assembleia Magna, Direcção Geral e Conselho Fiscal). No total, votaram 6088 estudantes, sendo que cerca 70 por cento dos votos foram para a Lista T, encabeçada por Miguel Portugal que afirma as suas intenções de “servir lealmente a AAC” prometende “não desiludir os estudantes”.
Luís Pedro tem 41 anos, é licenciado em Engenharia Zootécnica, master degree em produção animal internacional (Inglaterra), tem uma pós-graduação em Gestão, já desempenhou cargos de direcção em cinco empresas e está desempregado há dois anos.
Adriana Carvalho é a responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais da Universidade do Minho e falou ao ACADÉMICO acerca dos processos de mobilidade académica. O GRI pretende ser uma estrutura de coordenação de acompanhamento e de apoio a todas as iniciativas de internacionalização do ensino. A responsável falou das funções desempenhadas por este Gabinete, da sua importância para os alunos Erasmus e das dificuldades económicas sentidas ao nível da prestação de serviços.

