 Em Setembro o Theatro Circo, em Braga, volta à actividade. Musicais, ballet e teatro são vários os espectáculos que a maior sala bracarense tem para oferecer. O próximo mês marca o regresso do Theatro Circo aos espectáculos. A rentrée é feita ao som de “Cigarras – Um Musical Pop Sobre Quem Canta e Seus Males Encanta”. Com criação de Valter Hugo Mãe, direcção musical de Miguel Pedro e interpretações de Ana Rita Inácio e João Dungo a história propõe aos espectadores “uma reflexão acerca do amor”.
 1 BOMBAY BICYCLE CLUB - Dust on the ground 2 CLÃ - Golden skans 3 PEIXE AVIÃO - No jogo da quimera 4 MÃO MORTA - Novelos da paixão 5 FRYARS - Visitors 6 BUNNYRANCH - Where am I? Where are you? 7 B FACHADA - Os discos do sérgio godinho
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 O Manta acontece uma vez por ano. É um momento de celebração… único! Por ser um evento ao ar livre, onde a cultura se vive em ambiente natural, tendo a cidade de Guimarães como pano de fundo. Por ter no público a grande carga energética que qualquer banda gosta de sentir em palco. Por se consumar num evento urbano de grande conforto, que apresenta no cartaz nomes emergentes com identidade sonora própria e um máximo denominador comum: talento!
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 O Coro Académico da Universidade do Minho – CAUM vai realizar, à semelhança de anos lectivos anteriores, no próximo dia 17 de Julho, sábado, o concerto de final de ano lectivo Vozes Sobre a Cidade, nos escadório do Bom Jesus, às 21h30, e cuja entrada é gratuita. Nesta VIII edição do evento, o CAUM será acompanhado pelos Angúria, uma banda rock/jazz, que interpretará alguns temas a solo da sua autoria e também algumas peças em conjunto com o CAUM , que completará o restante concerto com um reportório marcado pelo Pop Ligeiro. Para conferir com o apoio da RUM e Académico.
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 Uma assistência média de 800 pessoas. É a capacidade média de mobilização de cada espectáculo do Festival de Teatro de Braga, que já consolidou o seu espaço próprio no roteiro cultural da região. A revelação foi feita ontem pela vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga, que considerou «fundamental » o papel da realização na formação de novos públicos, que manifestam um interesse crescente pelos clássicos. «O número crescente de espectadores tem sido uma constante ao longo das várias edições do Mimarte – Festival de Teatro de Braga. Alguns espectáculos registaram a presença de quase mil espectadores», disse Ilda Carneiro, referindo que, «em média», cada representação teatral que integra o programa oficial do festival regista a presença de oito centenas de pessoas.
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 A noite começa (ou passa), para muitos, pelo lendário café Milenário, paredes meias com a muralha que viu nascer Portugal e, agora, paredes meias com o novo espaço do Laboratório das Artes – uma bela dica para o próximo fim-de-semana, café no milenário, exposições no Laboratório, tudo sem dar mais que... seis passos e sem sair do centro da cidade. O Laboratório das Artes, colectivo de quatro artistas plásticos com dez anos de vida, ocupa agora um edifício de três pisos na cidade de Guimarães (imaginem o Maus Hábitos, no Porto, para terem uma ideia do que escrevo). Depois do café no Milenário (obrigatório!), entramos no espaço. Subimos ao primeiro andar, onde figura uma exposição/instalação “Lição de Anatomia”, de Pedro Valdez Cardoso, resultado de um convite “a fazer uma instalação que juntou a arte e a medicina”. Luís Ribeiro é um dos quatro magníficos que nos guia por este local. “Este objecto resulta como uma simulação de uma trincheira de guerra, para partes do corpo fragmentado, remete para a imagem histórica de Portugal”. São sacos e sacos de serapilheira amontoados no centro da sala, com uma luz forte apontada, como uma operação cirúrgica, como um foco de culpa a uma guerra qualquer.
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 Poucos grupos apresentam a capacidade de mudança dos Liars, que de disco para disco fazem questão de nos surpreender pela ruptura com o passado e pela proposta de futuro. «Sisterworld», o 5º álbum de uma requintada linhagem, faz questão de sublinhar isso mesmo. É verdade que desde 2002, quando se estrearam com o caótico «They Threw Us All In A Trench And Stuck A Monument On Top», logo assumiram uma estética de choque que até hoje se mantém. Mas os recursos que colocam ao dispor de uma música que parece sempre estar a um milímetro da demência têm variado ao mesmo ritmo com que resolvem adoptar pontos de referência opostos, a cada disco, para olhar para o mesmo fenómeno. Com as vísceras, evidentemente, no centro de um processo criativo que apela à expansão de limites.
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 A figura lendária de Robin dos Bosques volta ao grande ecrã desta vez pelas mãos de Ridley Scott, naquela que é a quinta colaboração com Russel Crowe. Uma versão diferente do herói-ladrão que rouba aos ricos para dar aos pobres.«Robin Hood» que abriu a edição 63 do Festival de Cannes leva-nos até à Inglaterra do Século XII. Há dez anos «Gladiador» juntou Ridley Scott e Russel Crowe num épico que entrou para a história do cinema. O género parece ter renascido agora através da lenda do Bom Ladrão.
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